quarta-feira, 18 de janeiro de 2012

EB1 São Sebastião da Pedreira | Reportagem

Reportagem
No dia 3 de Novembro de 2011, reuniu-se a turma do quarto ano da Escola EB1 de São Sebastião da Pedreira, sob a presidência da sua representante Maria Inês Lopes, secretariada pelas deputadas Maria Simão e Laura Oliveira para discutirem as várias propostas apresentadas pelos alunos.
A turma adotou como tema “Cidade com Pinta” (limpeza e higiene urbana).

         Os alunos mostraram-se muito empenhados em colaborar com o projeto e depois de acesa discussão, surgiram várias ideias tendo a turma, por consenso, aceite as seguintes proposta de ação para realizar o projeto do tema:
1)  Cartazes com mensagens e mais ecopontos;
2) Brigadas mistas de limpeza nos bairros (por ruas, com                            moradores voluntários + alunos);
3)  Elaboração de um “Manual do cidadão”.

A equipa completa em momento de reflexão.


  A jornalista                                        O repórter fotográfico
Joana Almeida                                             Vicente Lima


terça-feira, 3 de janeiro de 2012

sexta-feira, 16 de dezembro de 2011

Concurso Escolar


A Bayer Portugal e a Comissão Nacional da Unesco desafiam os alunos do 1º, 2º e 3º ciclo das escolas públicas do Concelho de Lisboa, em parceria com a Câmara Municipal de Lisboa e a Lisboa E-nova, a concluir de uma forma original, através de texto ou de artes plásticas, o último capítulo dos livros de Maria Helena Henriques e de Maria José Moreno, “Terra Vita Sadia” versões Infantil e Juvenil.
Saiba como participar em: http://lisboaverde.cm-lisboa.pt/

quarta-feira, 14 de dezembro de 2011

Minuta de Proposta

Já está disponível no nosso site a minuta para inscrição da PROPOSTA DE ESCOLA a enviar à Assembleia Municipal de Lisboa.

Consultar em www.am-lisboa.pt

Procurar na Biblioteca Escolar pelo velho Borda D'Água

Tardes no Teatro

A Divisão de Programação e Comunicação Cultural da Câmara Municipal de Lisboa propõe a todas as escolas da cidade Tardes no Teatro. Esta iniciativa pretende contribuir para a criação de novos espectadores e dar a conhecer o trabalho das companhias de teatro lisboetas, destinando-se à população escolar do 1º e 2º ciclos. Através de parcerias que estabelece com companhias e outras entidades, este projecto leva grupos de crianças a espectáculos de forma gratuita.

Dezembro:

O Mundo Mágico de Jack - Teatro Armando Cortez - Casa do Artista
Teatro, Contos e Poesia | A Cerejeira da Lua - Espaço Lua Cheia
A Ilha do Paraíso - Teatro Bocage
O Guardião dos Sonhos - Clube Estefânia

Informações Úteis: Marcação - 218 170 742 | Entrada livre


T.: 218 170 628 | Internet: www.agendalx.pt | E-Mail: dpcc@cm-lisboa.pt

terça-feira, 13 de dezembro de 2011

ONG ACEMA leva Hortas Comunitárias para as escolas | Brasil

EB1 Fernanda de Castro | Prazeres

Visitar a escola Fernanda de Castro, situada no interior dos jardins do Palácio das Necessidades, é sempre um prazer. Tinha chuvido e o cheiro a terra molhada de par com o arvoredo a perder de vista fazem-nos esquecer que estamos no meio da cidade. Ouvem-se pássaros, o vento ao desafio com as folhas que ainda devem partir antes que o outono acabe e, ao cimo da ladeira, os gritos dos meninos a gozarem o intervalo de almoço - correm, jogam, brincam com um entusiasmo feliz e despreocupado. Admiramos as obras feitas pelas crianças com o auxílio da Junta de Freguesia dos Prazeres no âmbito da 1ª edição do projecto Assembleia Municipal das Crianças de Lisboa. Agora o campo de jogos ostenta as marcações impressas de fresco, o comboio de madeira apita vaidoso o seu vermelho berrante, a casinha de madeira também está restaurada e pintada. Uma vez os meninos sentados, expomos o projecto aos novos participantes, já a fervilhar de ideias. Com um espaço exterior do calibre destes jardins frondosos, estes meninos, auxiliados pela professora e pela incansável Mónica em representação da Junta de Freguesia dos Prazeres, vão fazer uma Horta Comunitária. A professora do 1º e 2º anos e os seus alunos vão ajudar também. Mas há mais! Em princípio haverá hortelões de um centro de apoio a deficientes localizado próximo da escola e do centro de dia. O seu entusiasmo contagiou-nos. Vamos seguir atentamente o seu trabalho!

sexta-feira, 2 de dezembro de 2011

EB1 18 | Prazeres

Esta manhã fomos convidadas a assistir à Assembleia de Turma do 4.º ano na EB1 18. Quando chegámos decorria a votação, renhida, para eleição de um deputado (o segundo deputado escolar será eleito na turma do 3.º ano). Teve de ser feita uma 2.ª volta para desempate. De seguida procedeu-se à votação para escolher um secretário (acabou por ser uma secretária), que fica encarregue de redigir as actas das assembleias que se vierem a realizar. Esta pareceu-nos uma excelente ideia, a dos secretários. No fundo vêm substituir a figura dos repórteres da nossa 1.ª edição e parece-nos fazer todo o sentido já que reproduz mais fielmente a realidade de uma assembleia. Explicámos aos alunos o objectivo do projecto e as suas etapas e ficámos a saber que eles tencionam trabalhar o tema dos jardins e contam com a participação activa da Junta de Freguesia dos Prazeres, na pessoa do senhor presidente João M. C. de Magalhães Pereira e da Dra. Mónica Rusga, sempre disponível para ajudar a concretizar os desejos das crianças. Também foi um prazer conhecer a professora Maria José Pereira, outra entusiasta do trabalho em torno deste projecto. Temos a certeza que os jardins da freguesia dos Prazeres vão ganhar nova vida!

segunda-feira, 28 de novembro de 2011

EB1 do Castelo | Castelo

Esta manhã visitámos a escola básica do Castelo. Num dia tão frio, surpreendeu-nos o conforto do interior desta escola e o seu grande pátio aprazível que não se adivinha do exterior. A luz estava linda e os meninos do 4.º ano andavam a varrer as folhas que o grande plátano que têm no pátio deixava cair ao chão, a anunciar que o inverno está mesmo, mesmo a chegar.  Enquanto o inverno não chega a turma ouviu-nos atentamente explicar o projecto Assembleia Municipal das Crianças de Lisboa e expor os temas de trabalho e a forma como tudo se vai processar. Ficaram entusiasmados, divididos entre a ideia de uma horta - que ali talvez seja difícil, já que no Castelo não há terrenos baldios e há poucos moradores que possam participar da ideia - e a questão da separação dos lixos. Esta, sim, talvez um assunto pertinente, num espaço da cidade tão apertado, onde é quase impossível colocar um contentor, quanto mais um ecoponto. Agradecemos à professora Filomena Barbosa a simpatia com que nos recebeu e prometeu empenhar-se. Bom trabalho, turma!

sexta-feira, 25 de novembro de 2011

terça-feira, 22 de novembro de 2011

EB1 Eng.º Duarte Pacheco | Beato

A equipa da AML esteve esta manhã na EB1 Eng.º Duarte Pacheco com as duas turmas de 4.º ano, os professores Nuno e Corália e a professora Margarida, responsável pela Biblioteca Escolar. Também tivemos o prazer de conhecer a professora Ana Vaz, coordenadora da escola. Como sempre, gostámos imenso de conhecer estes meninos e professores e saudamos o seu manifesto empenhamento, simpatia e vontade de participar neste projecto. Já foram escolhidos dois representantes de escola e não querendo nós revelar a sua proposta final à Assembleia Municipal das Crianças de Lisboa, adiantamos que parece que temos candidatos a hortelões. Contamos provar, ainda antes do final do ano, uma bela sopa!

quinta-feira, 17 de novembro de 2011

Escolas recolheram em três anos mais de 4000 toneladas de lixo eléctrico e electrónico

Jornal Público, por Helena Geraldes

Mais de 4000 toneladas de computadores, televisões e impressoras velhas foram recolhidas pelas escolas do país desde 2008, o início da campanha Escola Electrão. Este ano inscreveram-se no projecto 572 escolas.
O desafio, lançado pela Amb3E - Associação Portuguesa de Gestão de Resíduos às escolas de ensino básico e secundário, é o de recolherem o máximo de Resíduos de Equipamentos Eléctricos e Electrónicos (REEE) e Resíduos de Pilhas & Acumuladores (RPA) que conseguirem num período que se situará entre 10 e 15 dias úteis, igual para todas as escolas. No final, a Amb3E recolhe todos os resíduos recolhidos.

Em comunicado, a empresa diz que o projecto Escola Electrão já recolheu 4.068.510 quilos de resíduos. No ano passado participaram 437.135 alunos e 62.225 professores; a Escola Secundária, em Serpa, foi a campeã nacional, com quase 50 toneladas recolhidas.

Desde 2008, “os alunos envolvidos no projecto superaram a meta que a Comissão Europeia prevê que cada português recicle num ano inteiro – pelo menos 4 kg/habitante/ano”, disse Victor Sousa Uva, director comercial e de comunicação da Amb3E, em comunicado enviado hoje ao PÚBLICO.

segunda-feira, 14 de novembro de 2011

Peça de teatro ensina a separar e a reciclar lixo

# “Zeca e Alice no País Desmaravilhas”
 
A peça de teatro “Zeca e Alice no País Desmaravilhas” está a percorrer cerca de 70 escolas do ensino básico do concelho de Lisboa até meados do próximo mês de Dezembro, com mais de 120 espectáculos.

Esta iniciativa da Câmara Municipal de Lisboa desenvolve-se no âmbito do programa de educação ambiental “Lisboa Limpa Tem Outra Pinta” e está integrada na oferta educativa para o ano lectivo 2011-2012.

A peça, que tem a duração de cerca de 40 minutos, recorre ao imaginário infantil, fazendo uma incursão bem-humorada pelo célebre conto de Lewis Carroll (Alice no País das Maravilhas). A história tem por base conceitos ligados à temática ambiental como a limpeza da cidade, a prevenção da produção de resíduos, a separação e a reciclagem. As personagens principais são o Zeca Limpão, já conhecido no âmbito do programa “Lisboa Limpa Tem Outra Pinta” agora transformado em eco-herói e a sua inesperada irmã Alice.

Para conhecer o calendário completo das actuações, por favor enviar um email para sg.dmc@cm-lisboa.pt.

segunda-feira, 7 de novembro de 2011

Notícia | Jornal Público

Escolas têm cada vez mais alunos mal alimentados

Chegam sem a refeição da manhã, rondam sistematicamente o bar, mas nada compram. As escolas identificam cada vez mais alunos com carências alimentares, aos quais procuram dar resposta, apesar de os seus orçamentos também estarem em crise.

De acordo com a Confederação Nacional Independente de Pais e Encarregados de Educação (CNIPE), as receitas de bufetes e papelarias das escolas estão a sofrer uma quebra de 30 por cento.

“Tanto no bar dos alunos, como na papelaria há efectivamente uma quebra. Ainda não quantifiquei, mas é uma redução substancial”, confirmou à Lusa o presidente da Associação Nacional de Dirigentes Escolares (ANDE), Manuel Pereira.

Os alunos têm cada vez menos dinheiro para gastarem na escola e em muitas situações chegam mal alimentados. O professor dirige uma escola em Cinfães, onde grande parte da mão-de-obra masculina estava associada à construção civil, agora estagnada.

Mesmo famílias que conseguem manter o emprego, vêem o rendimento reduzido e a escola é o primeiro lugar onde as evidências não podem ser negadas. “Reflecte-se se na quantidade de suplementos alimentares que estamos a dar aos alunos identificados pelos directores de turma”, conta o docente.

Ao perceber que há alunos mal alimentados, a escola oferece um lanche ao início da manhã e outro a meio da tarde: um pão com queijo ou fiambre e um sumo ou leite.

“Temos sinais para poder tomar este tipo de decisões. Um deles tem a ver com a não utilização do cartão (electrónico) por falta de dinheiro”, relata o dirigente, que conta também com o director de turma para perceber se o aluno toma o pequeno-almoço ou se “anda sistematicamente à volta do bar dos alunos e não compra nada”. A situação é facilmente identificada pelos funcionários e analisada com uma assistente social.

A escola, classificada como Território Educativo de Intervenção Prioritária (TEIP), já presta este apoio há vários anos, mas nos últimos tempos teve necessidade de o reforçar. “Estamos a falar neste momento de um universo de oito a 10 por cento dos alunos da escola”, indica o director do estabelecimento, com 650 estudantes.

Presentemente são 50 a 60 alunos que recebem o suplemento alimentar, mas estão constantemente a ser identificados “mais alunos” nestas circunstâncias. Manuel Pereira conta receber verbas para estes apoios, mas quando não as tinha, utilizava todos os lucros do bar dos alunos e dos professores para prestar este auxílio.

Nos contactos que faz regularmente com directores de outras escolas, constata situações semelhantes.

Também o presidente da Associação Nacional de Directores de Agrupamentos e Escolas Públicas (ANDAEP) nota que os alunos já não levam “notas grandes” para a escola. “As quebras são em tudo, como não hão-de chegar aí também”, questiona Adalmiro Botelho da Fonseca.

“Aquela época em que os alunos levavam muito dinheiro para a escola, que era uma coisa que me incomodava imenso! - de famílias às vezes com dificuldades -, o aluno que queria umas sapatilhas de marca e tinha não sei quantas, isso está a passar”, atesta. Agora, diz, “é que toda a gente começa a aperceber-se que estamos em crise”.

http://www.publico.pt/Sociedade/escolas-tem-cada-vez-mais-alunos-mal-alimentados-para-ajudar-1519815#Comente